Archive for abril 2009

Os Clones do Wolverine

O jovem Hiroshi está tentando ressucitar o Carnaval de Quadrinhos das Quartas, a blogagem coletiva da qual participava nos bons tempos do Busilis. O tema dessa semana seria Wolverine, muito provavelmente devido a estréia do filme solo do baixinho mais marrento dos quadrinhos na próxima sexta. Não sei se vai rolar mais um CQQ, mas eis minha singela contribuição; um rápido apanhado sobre as versões “genéricas” do Wolverine.

Como assim? Bem, o baixinho surgiu como um coadjuvante em uma história do Hulk contra o Wendigo, e se tornou um mutante membro dos X-Men. E como ele costumava ser o melhor no que fazia, mas o que ele fazia não era muito agradável, se tornou um personagem por demais popular desde os anos 80, e de lá pra cá seu sucesso editorial deve ter crescido os olhos da concorrência pra tentar gerar um fenômeno parecido. Ou se os nerds gostam de um baixinho invocado e selvagem, com fator de cura, esqueleto indestrutível e garras afiadas, cada editor deve ter querido ter seu próprio Wolverine. E alguns tentaram ter os seus. Eis um rápido apanhado desse breve fenômeno mutante:

O Plágio Descarado – Ripclaw

Bem, a Image surgiu nos anos 90 como uma promessa, mas não passou muito disso. A iniciativa dos desenhistas best-sellers das grandes editoras até então (Marvel e DC) em desenvolver, criar e manter a propriedade intelectual de suas criações acabou resultando apenas em pastiches e cópias-carbono de fórmulas que funcionavam nas velhas editoras, e a imagem que a Image passou é de apenas copiar o que já havia de interessante.E Ripclaw, criação de Marc Silvestri para o título Cyber-Force nunca pareceu esconder bem a inspiração original.

Tá, mas falemos do RipClaw. Ele é um nativo americano (se é Cheyenne, Navajo ou Apache não sei nem quero saber), destinado a liderar as nações indígenas e herdeiro de uma mutação genética, e ao ser recrutado pela Cyber-Force recebe implantes cibernéticos. Como de praxe, possui garras, poderes mutantes e uma vontade danada de retalhar o inimigo. Isso lembra alguém que você conheça?

A Paródia – Lobo

Inicialmente Lobo foi introduzido (epa!) no universo DC na primeira metade dos anos 80 na revista “Omega Men”. Criado por Keith Giffen e Roger Slifer, era inicialmente um mero caçador de recompensas completamente amoral, que ocasionalmente apareceu nesse título. Anos depois Giffen, que ao lado de DeMatteis estava a frente das histórias da Liga da Justiça, resolveu trazer o personagem de volta, alterar diversos detalhes visuais e biográficos e lhe dar um verniz cômico. Lobo se tornou uma caricatura da tendência que surgira no mercado editorial de anti-heróis violentos, e os leitores acabaram associando sua imagem principalmente a do violento Wolverine. Beberrão, sem moral ou ética e capaz de cometer todo tipo de atrocidade prescindindo de qualquer motivo, o personagem caiu no gosto do público, que provavelmente não entendeu a piada. Chegou a ter título próprio, e aqui no Brasil se destacou em hilárias e anárquicas edições especiais como “Lobo vs Papai Noel”, “Lobo Vs Máskara”, “Lobo Está Morto”, “Lobo e Juiz Dredd”, “Lobocop” e mais uma porção de insanidades.

A Versão Feminina – X-23

O projeto Arma-X teria dado origem ao esqueleto de adamantium de Wolverine, ao menos desde a última vez que li quadrinhos, já que o passado de Wolverine é mais inconstante que as vontades de uma mulher na TPM, e varia de acordo com a criatividade (ou falta dela) do roteirista da vez. Mas consideremos que isso seja um fato imutável. Só o projeto Arma-X geraria algumas versões do baixinho invocado. Uma delas é o seu maior inimigo, Dentes-de-Sabre. Outra versão semelhante é o maluco do Deadpoool, que é um mercenário que recebeu um excelente fator de cura, sendo desfigurado e despirocado no processo.

Mas o melhor clone “autorizado” do Wolverine não saiu dos incompetentes do projeto Arma-X, e sim da HIDRA, resultado de experiências genéticas para recriar uma versão feminina do Wolverine. Tem praticamente os mesmos poderes do baixinho canadense, com exceção de ter apenas duas garras nas mãos e uma garra em cada pé, além de seu esqueleto não ser totalmente revestido de adamantium. Ela é X-23, e o número indica as tentativas não concretizadas de clonar a versão mutante do Romário. Originalmente o personagem surgiu na série animada X-Men:Evolution. Só depois seria transposta para os quadrinhos, aparecendo nas minisséries X-23: Innocence Lost e X-23: Target X , passando a participar de diversas histórias dos X-Men.

A Versão Mais Gostosa – Claire Bennett

Ah, fanboys! Pense numa raça chata! Não vou dizer que a série “Heroes” é a melhor coisa que apareceu nos últimos anos na TV, tampouco a minha preferida, mas está entre elas, e presta uma senhora homenagem ao mundo dos comics, enchendo os episódios com referências. Só que tem gente que confunde isso com plágio. E qualquer referência que aparece na série a algum elemento do universo HQ é apontado por muitos como plágio descarado.

Exageros à parte, o universo de eventos de “Heroes” bebe até se encharcar na fonte dos decanos quadrinhos, que tem poder para dar e vender. E entre todo tipo de poder que haveria de surgir, tem o “fator de cura” da jovem patricinha líder de torcida Claire Bennett, cuja maior preocupação é se manter popular em sua High School, e o que ela menos quer é poderes e responsabilidades, mesmo tendo um senhor poder, se tornando praticamente indestrutível e imortal. Mas cá entre nós, você preferiria encontrar em um beco escuro (ou iluminado, que seja) um Hugh Jackman de penteado estranho e roupas de couro ou a Hayden Panettiere em roupinha de líder de torcida?

A Porralouquice da Casa de Idéias

Como a Marvel é famosa em gerar versões alternativas de seus personagens, sem relação com suas respectivas cronologias, isso às vezes dá liberdade aos roteiristas em ousar ir além do “status quo” estabelecido para o personagem. Por isso, se você procurar direitinho, Wolverine já apareceu em inúmeras versões, mesmo que em histórias isoladas sobre universos alternativos. Mas destacamos:

Garra das Trevas: Um amálgama entre Wolverine e Batman, cujo maior inimigo era o Hiena (amálgama entre Coringa e Dentes-de-Sabre). Surgiu durante o mega-crossover entre Marvel e DC no meio dos anos 90. E ainda falam mal dos anos 80…

Arma-X – Certamente uma das mais interessantes, é a versão mais selvagem e maneta do baixinho, surgida nos eventos alternativos da saga “Era do Apocalipse”. Nessa versão ele faz um par romântico com Jean Grey e combate a ditadura mutante de Apocalipse apenas com a garra direita.


Wolverine Ultimate – Dentro do universo Ultimate, Wolverine é um personagem bem mais escroto e amoral do que o Wolverine original. Além disso, ele é um humano que adquiriu sua mutação através de experiências do projeto Arma-X. E o penteado é bem menos ridículo (bem, nem tão menos ridículo).

Technorati : , , , , , , ,
Del.icio.us : , , , , , , ,
Flickr : , , , , , , ,

Uma Caipirinha na Blodega

Estão servidos?

Já dizia o escritor Ernest Hemingway a respeito da clássica bebida Dry Martini: se você se perder na África, basta parar em um canto e começar a preparar uma dose de Dry Martini. Logo aparecerá alguém para dizer que a proporção entre Gin e vermute está errada.

A pilhéria de Hemingway serve para ilustrar a polêmica envolvendo o preparo desse tradicional drinque, cuja variante com vodca é a preferida do agente James Bond. Mas temos nossa versão de drinque polêmico, bem brasileiro. A boa e velha caipirinha, bebida que dizem, foi criada no interior de São Paulo com a nobre intenção de curar resfriados.

Só que como o Dry Martini, ela tem sua porção polêmica, já que sempre terá alguém reclamando que tem açúcar demais ou de menos, a cachaça está muito forte, o limão muito amargo ou com sementes e gomos pelo copo. Ou simplesmente dando a palavra ao Visconde da Casa Verde: “Sempre mal dosada. Uma hora, tem muita pinga e ainda falta açúcar. Quando tem gelo, tem pouca pinga e acaba ficando aguada. Quando está doce, não foi bem coada e as sementes do limão ficam enroscando nos dentes e na garganta. E assim por Diante”. Por isso, se estiveres perdido no meio da Amazônia, prepare uma caipirinha que logo aparecerá o próprio Coronel Fawcett para reclamar que você está errando o preparo.

Não obstante essa problemática, a caipirinha é das bebidas mais icônicas do nosso Brasil varonil-etílico. E não faz feio em nenhum ambiente, seja num pé-sujo ou em um sofisticado bar de hotel sete estrelas.

Mas mesmo eu preciso entrar na polêmica, já que tenho minhas idiossincrasias quanto ao preparo desse molha-garganta. Por exemplo, a receita tradicional do drinque preconiza o seguinte: corta-se o limão em rodelas ou fatias, joga-os em um copo baixo e largo com duas a três colheres de açúcar, esmaga-se as rodelas com um pequeno pilão e depois se acrescenta a cachaça e gelo. Há quem prefira substituir a cachaça por vodca, algo que ocorreu em uma época na qual a cachaça não gozava de boa fama, e por muitos anos a caipiroska suprimiu a caipirinha em respeitáveis círculos de boêmios. E a receita permite uma infinidade de variações, mudando-se a bebida e/ou a fruta. E sabemos que tem muito bartender mundo afora que gosta de inventar moda e frufru demais em bebidas, e essa história de misturar saquê com lichia ao invés de cachaça com limão é, como diria Pedro Bial, coisa de veado.

Por isso a bebida tradicional mesmo é a boa e velha caipirinha, com cachaça de boa procedência, algo que normalmente não falta Brasil afora.

Meu modus operandi é um pouco diferente do tradicional. Parafraseando James Bond, prefiro-a batida, não mexida. Por isso eu a preparo na coqueteleira, para misturar bem todos os ingredientes. Os metidos a especialista não recomendam o uso da coqueteleira, mas aqui nessa Blodega não prescindo dessa fundamental ferramenta de trabalho. E se eles acharem ruim podem ir tomar no… Harry’s Bar.

Os ingredientes são os tradicionais, sem firulas: um limão taiti ou galego, açúcar, gelo e cachaça. Mas por favor, uma cachaça boa, de preferência uma branquinha de alambique, evitando as industriais. Porque ninguém merece 51, Caranguejo ou Sapupara.

Mas voltemos à vaca fria. Normalmente corto o limão, taiti ou galego, em duas metades, e antes de espremer seu sumo tomo o cuidado de remover a polpa branca para reduzir o amargor. Se o limão for grande, uma metade é suficiente para uma dose. Limão espremido, duas a três colheres de sopa de açúcar, uma pedra de gelo e uma dose chorada de cachaça na coqueteleira e agitamos bem a mistura. No copo alguns cubos de gelo, que podem ser inteiros ou levemente quebrados, sem estarem granulados demais para não derreterem rápido. Um bom macete pra quebrar os cubos de gelo é batendo com a parte de trás da colher.

No copo com gelo ponho a mistura batida, adiciono um canudo cortado e o resto é com você. Prefiro a coqueteleira para misturar bem o açúcar, além de que ela possibilita coar um pouco o sumo do limão ao servir a bebida. Normalmente as mulheres preferem a bebida mais doce, e os homens mais forte, mas essa proporção costuma agradar a (quase) todo mundo. E se quiser numa única mexida fazer mais de uma dose é só manter a proporção de uma dose para duas a três colheres de açúcar e um limão, e se o limão for grande e fornecer bastante sumo pode servir para duas doses.

(esse post dipsomaníaco é dedicado a uma turma de garotas muito animadas lá da minha terrinha. Um abraço com muito açúcar, afeto, limão e gelo a todas)

Feliz Dia da Sogra!

Uma singela homenagem a esse dia totalmente memorável, desses seres tão maravilhosos e cheios de ternura que são as sogras. Espero que todas as sogras que estejam mortas, enterradas, cremadas ou com a gripe suína estejam muito felizes e confortavéis no local em que se encontram agora. As outras sogras que ainda não estejam em nenhuma dessas situações, espero o mais breve possível que entrem nesse tão seleto grupo.

Viva a Sogra!!

E ai vai uma sugestão de presente para esse ente querido, um sofá com a mais alta tecnologia mundial, feita com autenticas e supervenenosas cobras najas. A sua sogra vai se dar super bem com elas, afinal são todas amigas de longa data.

Imagem retirada do Super-Jaca

As Muitas Faces de Bond, James Bond (3)

Dando seqüência a série sobre James Bond, apresentamos o substituto de Roger Moore, aquele fanfarrão.

Leia Tudim... »

O Justiceiro

De Coadjuvante a Protagonista

Existem diversos exemplos de personagens secundários que acabam ganhando destaque e assumem suas próprias histórias como protagonistas. E um deles é o Justiceiro.  Este personagem surgiu nas páginas da revista do Homem-Aranha. Em um mundo de preto no branco, com heróis e vilões bem definidos, aparece um anti-herói, que decide fazer justiça à margem da lei. Às vezes o aracnídeo o combatia devido a distorcida visão de justiça de Frank, e em outras ambos estavam do mesmo lado contra algum vilão.

Leia Tudim... »

Mack Bolan, o Executor

Conheça o pai de todos os justiceiros do cinema e da TV

Leia Tudim... »

As Rapidinhas de Sexta à Noite

( E rapidinhas mesmo que tou num pé e outro pra fechar a blodega e ir ao boteco mais próximo)

Em tempos de crise todo mundo tem que se virar pra pagar as contas. Mas profissional é outra coisa. Acabei de ver lá no Saber é Bom Demais que Edir Macedo, o mais eficiente cambista da salvação de almas tem blog e eu nem sabia. O detalhe é que ele tá pedindo aos leitores uma ajuda para manter o serviço cibernético no ar, cujo custo extrapola as cem milhas E eu reclamando do preço do meu provedor…

Templo é dinheiro!

Templo é dinheiro!

Desde que alguns pastores queriam se beneficiar da Lei Rouanet que eu percebi que  a busca por arrecadação financeira em nome do divino adquire tons criativos. Se o governo quer arrecadar mais, tome aumentar ou criar impostos. Coisa nada original. Mas se o bispo quer ver mais grana entrando na caixinha das almas, é só pedir em seu blog, oras. Se é assim também quero. Vou assinar a petição para blogueiros ganharem incentivo pela Lei Rouanet (iniciativa do Serjão) e aproveito para solicitar aos freqüentadores da blodega depositarem uma fezinha na nossa caixinha das almas, pois manter uma blodega organizada e atualizada custa os olhos da cara. E o blodegueiro precisa se inspirar para escrever os artigos, e alguém precisa pagar as caixas de cerveja que servem de combustível para a empreitada…

Sexo grátis é o mais caro que existe, dizem os entendidos. E para os parlamentares em geral, a rapidinha (viagem) do deputado potiguar Fábio Faria com a apresentadora Adriane Galisteu fodeu foi com todos, já que os pobres servidores do povo brasileiro estão prestes a perder o justo direito de levarem parentes, agregados e o escambau em viagens aéreas custeadas pelo erário. Se o cancão piar mesmo, acabou a mamata. E viagem pro exterior, só a trabalho. Obviamente qualquer deputado federal e senador pode ir ao Caribe sob o argumento de estar investigando remessas ilegais de dinheiro ao exterior, ou visitar a DisneyWorld para esclarecer o envolvimento dos Irmãos Metralha, Bafo de Onça e Mancha Negra com o superfaturamento de obras pela Camargo Correia…

Namorada de deputado agora viajará de graça assim

Namorada de deputado agora viajará de graça assim

That’s all folks! Agora com licença que vou fechar a blodega pra balanço e molhar a garganta, afinal toda sexta-feira é santa, como diria o finado Padre Levedo.

Pequenas Biografias da Blodega (1)

Tudo bem, Marx. Atrás de você somos todos uns burros

Tudo bem, Marx. Atrás de você somos todos uns burros

Karl Marx

Karl Marx era o irmão mais novo dos irmãos Marx, famosa trupe de comediantes americanos, porém Karl não tinha talento nenhum para a comédia. Karl sempre se julgou mais inteligente que todos os seus irmãos, mas era o Grouxo que pegava todas as meninas da vizinhança, e ele ficava só na masturbação (intelectual). Sempre invejando seu irmão mais talentoso, o Grouxo, Karl tentou seguir seus passos imitando seu bigode, e como queria superá-lo, deixou crescer também uma barba imensa. Obviamente isso não o tornou lá um grande comediante. Após tentar impor um humor mais “cabeça” ao grupo, Grouxo retrucou “cabeça, é? Só se for a cabeça do meu pau!”. Karl se desentendeu com os demais irmãos e preferiu seguir uma carreira solo.

O grande problema é que todas as suas piadas e chistes foram levados a sério demais, e isso inviabilizou sua carreira de comediante. Sem se deixar abater, ele se uniu ao filósofo e estilista Frederico Zuzu Engels para escreverem o roteiro de uma peça de teatro de revista intitulada “O Manifesto Comunista”. Infelizmente muita gente não entendeu e acabaram levando aquela mixórdia à sério. Isso não abateu Karl e Engels, que resolveram escrever o que eles consideraram a obra-prima da comédia: O Capital. Infelizmente faltou capital para adaptar o texto ao teatro e apenas se publicou o livro. Infelizmente os críticos entenderam tudo errado e a confusão que se estabeleceu está aí até hoje, produzindo diversas divergências de interpretação, normalmente resolvidas na base da bala e da picareta: marxismo, leninismo, trotskismo, stalinismo, maoísmo, polpotismo, ala majoritária do PT, PSOL, PCB, PC do B, PSTU e o caralho à quatro, só para citar alguns exemplos. Sua piada mais incompreendida é a analogia de partido, estado e povo, comparando-os a uma família de pai, mãe e filho, no qual o filho, de castigo no armário e com as fraldas sujas, vê seus pais copulando, e conclui: “pai é o partido, já que está fodendo o Estado, que é minha mãe, e eu sou o povo, pois estou na merda e chorando”. Normalmente ninguém acha muita graça, mesmo.

Após tentar processar – e perder – o português Eça de Queiroz por plágio devido ao livro “A Capital”, este lhe é benevolente e dá um conselho gratuito ao colega: “Ai Jisus, Marx, desiste da comédia, gajo. Tenta escrever novelas, ô pá!”. Ele acaba seguindo os conselhos de Eça após tentar montar sua peça em Moscou, cuja reação do público foi tão negativa que derrubou o governo. Ele escreve os folhetins “O ópio do povo” e “Anarquistas nem fodendo, e graças a Deus muito menos!”, que faz sucesso na TV Tupi. Finalmente Marx se encontra e se torna famoso por criar o arquétipo seguido até hoje por escritores de novela: os pobres são legais, bonzinhos e gente fina. Os ricos são mesquinhos, vilões e felasdaputa. Mas poucas pessoas reconhecem sua participação ao estabelecer este novo conceito em novelas.

As Muitas faces de Bond, James Bond (2)

Continuando a história do espião mais popular do Ocidente, agora é a vez do ator Roger Moore mostrar serviço. Secreto, obviamente

Leia Tudim... »

Tarja Preta Nele!

Às vezes imagino a ONU como uma grande bodega, já que ultimamente ela não tem feito muito jus ao acrônimo “Organização das Nações Unidas”, já que as nações podem ser tudo, menos “Unidas”. Algumas nem como nações são reconhecidas. E organização, nem se fala. Ou como explicar chamar como palestrante em uma conferência mundial contra o racismo o presidente Mahmoud Ahmadinejad? Bem, ele começou bem, já que não decepcionou seus fãs e  provocou a saída de várias delegações.

Ou melhor, tarja afrodescendente

Isso explica a ausência da delegação americana. Imagino o que Barac Obama diria dele: “this is my man…iac!”.Mas pensando bem, quem é mais doido? O Ahmadine-liguedjád ou quem convidou a criatura? O negócio tá tão desqualificado que os italianos, que não são exatamente um primor em termos de organização, já propoem uma conferência alternativa sobre o tema.

Bem, esse presidente maluco estrá visitando o Brasil nesses próximos dias Se o Itamaraty quiser trazê-lo para a Blodega a fim de discutir a relação entre os países aqui nesse balcão, garanto cachaça e caldo de peixe pra todos. Até porque se ele sair dos eixos temos um bom remédio para amansar pessoas mais alteradas.

Receba a Blodega

Digite seu email:

Desenvolvido por FeedBurner

Bate-Boca

  • Pedro Nunes Araujo: Consultando, ou comprando a vista, informações detalhadas sobre “Gisele, a espiã nua que...
  • Moziel T.Monk: Vejo que esse “travamento” já alcançou proporção de ser classificado como síndrome....
  • Emilia Vaz: (Eu peço fiado,mas pago viu?) Não me acho uma escritora,mas eu juro que tento…rsrs É bom saber...
  • André: Adorei,sempre escutava essa filosofia do meu pai !!!!!!Branchu.
  • suzilene: caraca o coelhinho é´loco e tarado e lindinho*-* fiado e´bom de mais. 100% play boy

Olha o Passaralho!

RSS

Blogueiros do Brasil

Clientela