Homenagem ao Coelhinho da Playboy

(publicado originalmente em Abril de 2007)
Para comemorar a efeméride da Páscoa, homenageamos o coelhinho mais cobiçado do mundo: o coelhinho da Playboy. E suas coelhinhas, obviamente. Para isso, um breve resumo da história da revista. Breve, porque o texto é só a casquinha de chocolate, pois sabemos que o que os leitores querem ver mesmo é o recheio. Lá vai a casquinha de chocolate.
O playboy da Playboy
Hugh Hefner se considera um dos papas da revolução sexual que varreu o mundo há umas quatro décadas. Todavia, ele era um protótipo do americano bem comportado, com família estável, boa carreira e uma casinha, trabalhando em revistas comportadas, como a Esquire ou a Children´s Activities, quando ele resolve aloprar de vez e lançar uma revista dirigida ao público masculino, com dicas de moda, comportamento, entrevistas e, principalmente, mostrando mulheres nuas. Em um país de formação puritana como os Estados Unidos, o bom e velho sexo para fins recreativos sempre foi um assunto marginal, e até idos dos anos sessenta qualquer material erótico tinha um quê de clandestino. Claro que havia as pin-ups, mas essas, por maior que fosse o apelo sexy, não apresentavam nudez total nem parcial. Por isso, revistas masculinas “sérias” falavam de tudo, menos do que realmente importava: mulheres. Se um jovem queria ver uns peitinhos, tinha que apelar para material pornográfico, de circulação restrita e quase ilegal. E foi esse nicho que o jovem Hefner resolveu explorar.

O primeiro número da nova revista é lançado em dezembro de 1953, e traz as fotos clássicas de Marilyn Monroe nua sobre veludo vermelho, cujos direitos ele comprara por uma ninharia de um fabricante de calendários. Como símbolo da nova revista, o coelho, que se torna inconfundível. O estilo de nu adotado na revista a coloca a léguas de distância da pornografia tradicional, pois não mostra mulheres com cara e jeito de puta de cais, e sim mulheres ditas “normais”, sem maiores caras e bocas ou nu frontal explícito, e isso cai no gosto do público. Na década de 60, com a Revolução Sexual, a revista Playboy vive seus dias de glória, se tornando um símbolo de um novo estilo de vida, e a marca esteve associada à putaria soft e sofisticada mundo afora. De dono de casa respeitável, Hefner se torna o hedonista mestre de cerimônias da Mansão Playboy, um remake sofisticado e moderno das orgias romanas. Em 1971, a edição de novembro, com a modelo Pámela Rawings na capa, se torna a recordista de vendas, que foram estimadas em mais de 7 milhões de exemplares.

Só que a abertura de costumes traz uma maior concorrência nos anos 70, como por exemplo, a revista de Larry Flint, a “Hustler”, que não tem maiores pudores em beirar a pornografia e liberar geral. A Playboy acaba aderindo ao nu total, mas sempre procurou manter um padrão de qualidade e bom gosto, não acompanhando a concorrência, que esculhamba geral. Hoje em dia, a Playboy pode ser considerada uma revista até comportada, mostrando mulheres famosas, malhadas e siliconadas, como as habitués Pámela Anderson e Carmen Electra. Mesmo assim dificilmente ela hoje alcançaria a tiragem ou o sucesso das décadas anteriores. E Hugh Hefner, hoje um octogenário sem-vergonha, continua cercado de belas mulheres em sua mansão. Ele pode até morrer e ir para o céu, mas com certeza ele vai achar tudo lá uma merda.

Pamela Anderson
A Playboy Brazuca
No Brasil, a revista foi lançada em 1975 com o nome A Revista do Homem, e teve um início meio conturbado pela censura vigente na época dos governos militares, que vetava algumas fotos e matérias, além de proibir o uso do nome original, que só foi adotado no início dos anos 80. Além de seguir a linha editorial da matriz e editar algumas matérias e entrevistas dela, a Playboy brazuca usou e abusou do material nacional, e a nossa “revolução sexual” se deu com o paulatino fim da censura, que possibilitou maiores ousadias. Portanto, os anos oitenta podem ser considerados uma década de ouro, com a liberação dos costumes após décadas de repressão e censura. E nessa década, algumas famosas brasileiras mostraram as caras e bundas na capa, em sua maioria atrizes do cinema e da TV. E os freqüentadores trintões de nosso site devem ter ótimas lembranças das revistas que folheavam escondidos dos pais e das devidas homenagens no templo de Onã (mais conhecido como banheiro). Quem não se lembra das deusas, hoje quarentonas e cinquentonas, algumas ainda lembradas, outras esquecidas, como Mayara Magri, Luma de Oliveira (e sua irmã Ísis), Christiane Torloni, Maria Zilda, Magda Cotrofe, Cláudia Raia, Lídia Brondi, entre tantas outras…

Cláudia Raia em bons tempos
Mas logo modelos e celebridades-minuto passaram a freqüentar a capa da revista, e como a versão americana, outras revistas masculinas começaram a surgir, principalmente nos anos 90 até o presente, concorrendo com a Playboy, que atualmente tem entre os leitores a fama de produzir ensaios pudicos demais, sem maiores ousadias como suas concorrentes diretas, que não chegam a ser pornográficas, mas acabam produzindo material de maior potencial erótico, como a Sexy. Mesmo assim, a Playboy brasileira ainda continua um símbolo de liberdade sexual e mulher bonita.

Joana Prado, a Feiticeira
Bem, e quanto ao recheio…
Aos onanistas que estavam esperando ver mais uns peitinhos aqui, devo dizer que a patroa limita o número de muleres peladas por post. Quem quiser fazer uma pesquisa arqueológica, pode ir ao site Revistas Grátis e ver as fotos das Playboys antigas para matar as saudades…
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Muito bom
Isto é do bom!!
Continuem a postar mais famosas nuas
caraca o coelhinho é´loco e tarado e lindinho*-* fiado e´bom de mais. 100% play boy