Comentários a Respeito de Belchior

“Não, eu nunca me encontrei com o senhor Belchior, tampouco sei como o bigode dele veio parar aqui. Aliás, esse bigode deve ser da Roseana”
Nesses últimos dias tem se falado a respeito do sumiço do cantor Belchior, cuja família informou não ter notícias há cerca de dois anos. Os maldosos dizem que ele sumiu, na verdade, há décadas, pois nunca mais se havia ouvido falar dele. De fato, a última vez que vi um CD inédito do bigodudo foi lá pelos idos de 2000. Infelizmente, já que aprecio deveras sua obra.
Mas o assunto tem até blog. Já que se é para criar piadinhas infames com suas músicas teorias conspiratórias, vamos inventar a nossa: Belchior, como bom rapaz latino-americano sem dinheiro no banco, percebeu que aqui no Brasil está difícil ganhar dinheiro com música boa. Mais angustiado que um goleiro na hora do gol, aí procurou um analista amigo seu que disse que desse jeito não poderia viver satisfeito, faça uma caridade a mim por favor me coma, e como ele se recusava a gravar Funk Carioca ou fazer dueto com a Vanessa Camargo, resolveu mandar o mercado fonográfico brasileiro contar o vil metal na puta que pariu no coração do Brasil e mudou de país, identidade e profissão, apesar do medo de avião. Hoje Belchior está a tempo, muito tempo, longe de casa, pois vive na Itália, atende pelo nome artístico de Paolo Eleuteri Serpieri e desenha quadrinhos, sendo mais conhecido por criar a mais gostosa das personagens em quadrinhos, o maior rabo ícone dos comics eróticos: Drunna. Se no Corcovado quem abre os braços é ele, nos quadrinhos quem abre as pernas é ela.Olhem as imagens e tirem suas conclusões.

E caso não concordem ou não apreciem bigodes, para não perder a viagem apreciem o traseiro traço da Drunna.

Mas ao invés de nos tecermos em teorias malucas, acho que a explicação mais plausível é que monstro sagrado da MPB (set mode Faustão=off) simplesmente raspou o bigode e ninguém mais o reconhece. Iria mais longe e compartilho a teoria de um velho colega de bar e muito fã de Belchior que defendia a tese de que ele usava bigode postiço. Inclusive ele teria guardado a sete chaves um desses bigodes, conseguido ao subir no palco de um show do Belchior e ter inesperadamente tascado um beijo no seu ídolo, inadvertidamente levando o bigode postiço colado ao seu. Como ele nunca mostrou essa rara peça de memorabília. nunca levamos a sério essa viadagem história. Ele acreditar na teoria da Terra Oca também não ajudava muito na sua credibilidade…
Ora direi, leitores, que ouvi estrelas, enão tenho mais o que fazer perdi o senso e vos direi no entanto: enquanto houver piada pronta e algum modo de dizer gracinha perco o amigo mas não perco a pilhéria. E oras, escroto não sou eu. Leiam essa notícia e atentem para o quadro “notícias relacionadas” que tem um link para a notícia “Réplicas de Dinossauros em Exposição no Museu Nacional”. Isso sim é puta sacanagem.
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[...] do blodegueiro: com essa história do sumiço do Belchior, me lembrei da quantidade de “elementos” que “sumiram” há muito tempo, mas [...]