<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: Poesias de Boteco &#8211; Parte 1</title>
	<atom:link href="http://www.blodega.com/index.php/2009/09/29/poesias-de-boteco-parte-1/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.blodega.com/index.php/2009/09/29/poesias-de-boteco-parte-1/</link>
	<description>Aqui Até a Conversa é Fiada</description>
	<lastBuildDate>Wed, 01 Feb 2012 00:57:01 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.1.3</generator>
<xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" />
	<item>
		<title>Por: Moziel T.Monk</title>
		<link>http://www.blodega.com/index.php/2009/09/29/poesias-de-boteco-parte-1/comment-page-1/#comment-2057</link>
		<dc:creator>Moziel T.Monk</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 15:34:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.blodega.com/?p=734#comment-2057</guid>
		<description>&lt;em&gt;Meu caro Ismael, obrigado pela colaboração. Como podes ver, este poema foi publicado hoje na blodega. Abraços!&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><em>Meu caro Ismael, obrigado pela colaboração. Como podes ver, este poema foi publicado hoje na blodega. Abraços!</em></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Poesias de Boteco &#8211; A Missão &#124; Blodega.com</title>
		<link>http://www.blodega.com/index.php/2009/09/29/poesias-de-boteco-parte-1/comment-page-1/#comment-2053</link>
		<dc:creator>Poesias de Boteco &#8211; A Missão &#124; Blodega.com</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 11:04:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.blodega.com/?p=734#comment-2053</guid>
		<description>[...] 5th, 2010 &#124;  Autor: Moziel T.Monk     Há algumas semanas nosso compadre Washington Tio Xiko abriu o mote de poesias de boteco para declamar aqui no balcão da bodega, com a concordância deste, que já ouviu muita poesia [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] 5th, 2010 |  Autor: Moziel T.Monk     Há algumas semanas nosso compadre Washington Tio Xiko abriu o mote de poesias de boteco para declamar aqui no balcão da bodega, com a concordância deste, que já ouviu muita poesia [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ismael Gaião</title>
		<link>http://www.blodega.com/index.php/2009/09/29/poesias-de-boteco-parte-1/comment-page-1/#comment-2048</link>
		<dc:creator>Ismael Gaião</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 16:43:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.blodega.com/?p=734#comment-2048</guid>
		<description>Também não sei a autoria deste poema, mas aconselho que ele seja lido e escrito como foi criado, ou seja, em duas glosas (Décimas de Sete Sílabas):

Sou um vivo semimorto 
no leito da desventura
Meu remédio é amargura 
e a tristeza é meu conforto
Remando o barco pro porto 
da esperança perdida
E a matéria convencida 
desiludida da sorte
Só esperando que a morte 
parta a corrente da vida

De viver tenho vontade, 
me esforço, luto e pelejo
Mas olho atrás e não vejo 
os dias da mocidade
Ja descambei da metade 
estou chegando ao fim
Nada pra mim é ruim, 
nem a saudade me afronta
E brevemente tira a conta 
dos dias que faltam a mim

A propósito, sou cordelista e colunista (coluna &quot;Colcha de Retalhos&quot;) do Jornal da Besta Fubana e gostei demais desse seu blog.

Tenho um cordel intitulado &quot;ORAÇÃO DA IGREJA GLACIAL DO QUEIJO DO REINO DE DEUS&quot;, e acho que você vai gostar.
Abraços,
Ismael Gaião</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Também não sei a autoria deste poema, mas aconselho que ele seja lido e escrito como foi criado, ou seja, em duas glosas (Décimas de Sete Sílabas):</p>
<p>Sou um vivo semimorto<br />
no leito da desventura<br />
Meu remédio é amargura<br />
e a tristeza é meu conforto<br />
Remando o barco pro porto<br />
da esperança perdida<br />
E a matéria convencida<br />
desiludida da sorte<br />
Só esperando que a morte<br />
parta a corrente da vida</p>
<p>De viver tenho vontade,<br />
me esforço, luto e pelejo<br />
Mas olho atrás e não vejo<br />
os dias da mocidade<br />
Ja descambei da metade<br />
estou chegando ao fim<br />
Nada pra mim é ruim,<br />
nem a saudade me afronta<br />
E brevemente tira a conta<br />
dos dias que faltam a mim</p>
<p>A propósito, sou cordelista e colunista (coluna &#8220;Colcha de Retalhos&#8221;) do Jornal da Besta Fubana e gostei demais desse seu blog.</p>
<p>Tenho um cordel intitulado &#8220;ORAÇÃO DA IGREJA GLACIAL DO QUEIJO DO REINO DE DEUS&#8221;, e acho que você vai gostar.<br />
Abraços,<br />
Ismael Gaião</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Aires</title>
		<link>http://www.blodega.com/index.php/2009/09/29/poesias-de-boteco-parte-1/comment-page-1/#comment-1250</link>
		<dc:creator>Carlos Aires</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 17:38:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.blodega.com/?p=734#comment-1250</guid>
		<description>Olá Tio Xico obrigado pela carinhosa resposta segue outro poeminha para sua apreciação, quanto ao nosso Moisés Aires existe a possibilibidade de sermos parentes mas por enquanto o primeiro encontro foi na blodega fraterno abraço,Carlos Aires.

Segue uma cópia  do histórico com a poesia do jeito que foi publicado no Bolg jornal BESTA FUBANA (sem a foto)


APOLOGIA À CACHAÇA!!!

Publicado por Luiz Berto em PROSEANDO NA SOMBRA DO JUAZEIRO - Carlos Aires

Caro leitor dessa singela coluna, encontro-me afastado dos mundos cachaçais a mais de vinte anos por obra e graça de várias mazelas que fui acometido por conta da “mardita” e também por problemas cardíacos, mas, proseando na sombra do juazeiro com meu sobrinho professor Zé Arlindo e meu irmão Gildo Aires, do” Pé-de-Porco do Gildo” na COHAB III lá do país de Caruaru resolvi homenagear aqueles leitores que gostam da “branquinha”a famosa “água que passarinho não bebe” e dedicar aos nobres leitores “Bestanos Fubanenses” que apreciam o “Saboroso liquido” o poema que segue abaixo com a devida foto adequada para ilustrar a  poesia.

Fraterno abraço, Carlos Aires


APOLOGIA A CACHAÇA!!!

De primeiro só bebia
Caboclo negro e mulato
Hoje gente de recato
Bebe de noite e de dia
Até vossa senhoria
Eu já vi acontecer
Nas ruas tombar pender
Fazer seus passos errados
Se, bebem os ilustrados
Não é defeito eu beber
 
Eu já vi no bar bebendo
Engenheiro, deputado
Major, coronel, soldado
Até mesmo o reverendo!!
Pelo que estou percebendo
A bebida deve ser
Algo que só dar prazer
E não de imoralidades
Se, bebem as autoridades
Não é defeito eu beber

Bebe o padre bebe a freira
Bebe o espírita e o crente
Vejo que a aguardente
Aquela cana brejeira
Conquista de uma maneira
E como se pode ver
Se, bebe aquele que crê
Crente, espírita, freira e padre
Então veja meu compadre
Não é defeito beber

Se o time for vencedor
De uma competição
Haja comemoração
Tomando cana em louvor
Porém em outro setor
Vendo seu time perder
Bebendo pra esquecer
Na cachaça ele se vinga
Metendo a cara na pinga
Não é defeito beber

Bebe-se por quem   nasceu
Quando ao mundo vem a luz
Ou se acaso deixa a cruz
No lugar em que morreu
Quem foi que já não bebeu
Alguém queira me dizer
Se apenas por lazer
Por alegria ou tristeza
Secando a taça na mesa
Não é defeito beber

Um bêbado inveterado
Que já está de cara inchada
Se acorda de madrugada
Toma um gole caprichado
Chega fica arrepiado
Sentindo a cana descer
Ele espera amanhecer
Levanta de perna fraca
Vai correndo pra barraca
Não é defeito beber

Chegam em casa com ressaca
As mulheres não aceitam
Tem delas que até o enfeitam
Com alguns biliros de vaca
Diz, não agüento a inhaca
Sendo assim não vou querer
Estragar o meu viver
Com um ser dessa qualidade
Ele diz com humildade
Não é defeito beber

O ébrio não é doente
É apenas viciado
Se acaso for bem tratado
Abandona a aguardente
Quando sóbrio e consciente
Logo irá compreender
Que depende do querer
Para mudar de repente
Bebendo socialmente
Não é defeito beber

SI Ô6 BB I N1 PÁH Ô6 VÃO T K7 !!!!!!!!!!!!

Beba com moderação

Autor:Carlos Aires</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Tio Xico obrigado pela carinhosa resposta segue outro poeminha para sua apreciação, quanto ao nosso Moisés Aires existe a possibilibidade de sermos parentes mas por enquanto o primeiro encontro foi na blodega fraterno abraço,Carlos Aires.</p>
<p>Segue uma cópia  do histórico com a poesia do jeito que foi publicado no Bolg jornal BESTA FUBANA (sem a foto)</p>
<p>APOLOGIA À CACHAÇA!!!</p>
<p>Publicado por Luiz Berto em PROSEANDO NA SOMBRA DO JUAZEIRO &#8211; Carlos Aires</p>
<p>Caro leitor dessa singela coluna, encontro-me afastado dos mundos cachaçais a mais de vinte anos por obra e graça de várias mazelas que fui acometido por conta da “mardita” e também por problemas cardíacos, mas, proseando na sombra do juazeiro com meu sobrinho professor Zé Arlindo e meu irmão Gildo Aires, do” Pé-de-Porco do Gildo” na COHAB III lá do país de Caruaru resolvi homenagear aqueles leitores que gostam da “branquinha”a famosa “água que passarinho não bebe” e dedicar aos nobres leitores “Bestanos Fubanenses” que apreciam o “Saboroso liquido” o poema que segue abaixo com a devida foto adequada para ilustrar a  poesia.</p>
<p>Fraterno abraço, Carlos Aires</p>
<p>APOLOGIA A CACHAÇA!!!</p>
<p>De primeiro só bebia<br />
Caboclo negro e mulato<br />
Hoje gente de recato<br />
Bebe de noite e de dia<br />
Até vossa senhoria<br />
Eu já vi acontecer<br />
Nas ruas tombar pender<br />
Fazer seus passos errados<br />
Se, bebem os ilustrados<br />
Não é defeito eu beber</p>
<p>Eu já vi no bar bebendo<br />
Engenheiro, deputado<br />
Major, coronel, soldado<br />
Até mesmo o reverendo!!<br />
Pelo que estou percebendo<br />
A bebida deve ser<br />
Algo que só dar prazer<br />
E não de imoralidades<br />
Se, bebem as autoridades<br />
Não é defeito eu beber</p>
<p>Bebe o padre bebe a freira<br />
Bebe o espírita e o crente<br />
Vejo que a aguardente<br />
Aquela cana brejeira<br />
Conquista de uma maneira<br />
E como se pode ver<br />
Se, bebe aquele que crê<br />
Crente, espírita, freira e padre<br />
Então veja meu compadre<br />
Não é defeito beber</p>
<p>Se o time for vencedor<br />
De uma competição<br />
Haja comemoração<br />
Tomando cana em louvor<br />
Porém em outro setor<br />
Vendo seu time perder<br />
Bebendo pra esquecer<br />
Na cachaça ele se vinga<br />
Metendo a cara na pinga<br />
Não é defeito beber</p>
<p>Bebe-se por quem   nasceu<br />
Quando ao mundo vem a luz<br />
Ou se acaso deixa a cruz<br />
No lugar em que morreu<br />
Quem foi que já não bebeu<br />
Alguém queira me dizer<br />
Se apenas por lazer<br />
Por alegria ou tristeza<br />
Secando a taça na mesa<br />
Não é defeito beber</p>
<p>Um bêbado inveterado<br />
Que já está de cara inchada<br />
Se acorda de madrugada<br />
Toma um gole caprichado<br />
Chega fica arrepiado<br />
Sentindo a cana descer<br />
Ele espera amanhecer<br />
Levanta de perna fraca<br />
Vai correndo pra barraca<br />
Não é defeito beber</p>
<p>Chegam em casa com ressaca<br />
As mulheres não aceitam<br />
Tem delas que até o enfeitam<br />
Com alguns biliros de vaca<br />
Diz, não agüento a inhaca<br />
Sendo assim não vou querer<br />
Estragar o meu viver<br />
Com um ser dessa qualidade<br />
Ele diz com humildade<br />
Não é defeito beber</p>
<p>O ébrio não é doente<br />
É apenas viciado<br />
Se acaso for bem tratado<br />
Abandona a aguardente<br />
Quando sóbrio e consciente<br />
Logo irá compreender<br />
Que depende do querer<br />
Para mudar de repente<br />
Bebendo socialmente<br />
Não é defeito beber</p>
<p>SI Ô6 BB I N1 PÁH Ô6 VÃO T K7 !!!!!!!!!!!!</p>
<p>Beba com moderação</p>
<p>Autor:Carlos Aires</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tio Xiko</title>
		<link>http://www.blodega.com/index.php/2009/09/29/poesias-de-boteco-parte-1/comment-page-1/#comment-1234</link>
		<dc:creator>Tio Xiko</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 17:50:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.blodega.com/?p=734#comment-1234</guid>
		<description>Valeu Carlos Aires, excelente poesia, da até pra fazer uma cantoria!! Anotei ela aqui para declamar em uma das mesas do bar da esquina, na eventualidade da proxima tomação de cervejas! Me identifiquei com o ébrio, claro, o pobre só esta tomando uma no intuito de ajudar do dono de bar ao que fabrica...
Por um acaso, você tem algum parentesco com o nosso estimado Moises Aires da Silva, ou no interior é assim mesmo, primos sem ser primo temos de monte? 
Obrigado pelo comentário e apareça na Blodega para tomar uma!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Valeu Carlos Aires, excelente poesia, da até pra fazer uma cantoria!! Anotei ela aqui para declamar em uma das mesas do bar da esquina, na eventualidade da proxima tomação de cervejas! Me identifiquei com o ébrio, claro, o pobre só esta tomando uma no intuito de ajudar do dono de bar ao que fabrica&#8230;<br />
Por um acaso, você tem algum parentesco com o nosso estimado Moises Aires da Silva, ou no interior é assim mesmo, primos sem ser primo temos de monte?<br />
Obrigado pelo comentário e apareça na Blodega para tomar uma!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Aires</title>
		<link>http://www.blodega.com/index.php/2009/09/29/poesias-de-boteco-parte-1/comment-page-1/#comment-1232</link>
		<dc:creator>Carlos Aires</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 16:04:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.blodega.com/?p=734#comment-1232</guid>
		<description>Desculpem a falha a minha coluna no blog BESTA FUBANA é PROSEANDO NA SOMBRA DO JUAZEIRO-Carlos Aires. Carlos Aires Carpina PE.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Desculpem a falha a minha coluna no blog BESTA FUBANA é PROSEANDO NA SOMBRA DO JUAZEIRO-Carlos Aires. Carlos Aires Carpina PE.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Aires</title>
		<link>http://www.blodega.com/index.php/2009/09/29/poesias-de-boteco-parte-1/comment-page-1/#comment-1230</link>
		<dc:creator>Carlos Aires</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 15:52:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.blodega.com/?p=734#comment-1230</guid>
		<description>encomtrei a Blodega através da &quot;BESTA FUBANA&quot; aonde tenho a colina PROSEANDOI NA SONBRA DO JUAZEIRO-Carlos Aires onde já publiquei outros trabalhos cachaçais de minha autoria porém esse é o mais recente estou enviando talvêz tenha a ver com as vossas publicações. Fraterno abraço, Carlos Aires

O SÓBRIO E O ÉBRIO!!! 

O sóbrio!!

Porque bebes assim meu grande amigo
Pois caminhas pra o fim a cada dose
Se não sabes, a bebida é um perigo!!
Poderá contrair uma cirrose
É que o álcool aos poucos lhe remete
Ao caminho que leva a diabetes
Alterando de vez sua glicose!!

O ébrio!!

A bebida me causa apoteose
Quando bebo esqueço meus conflitos
Tenho sonhos e delírios tão bonitos
Com o efeito feliz dessa hipnose
É por isso que bebo e em resumo
Sem controle eu faço esse consumo
Que me leva de vez a psicose!!

O sóbrio!!

Caro amigo a bebida lhe devora
E lhe causa a terrível depressão
Afetando-lhe a coordenação
E a perda do senso a toda hora
A família às vezes intervém
E o que fazem é apenas pro seu bem
Evitando que a morte o leve embora

O ébrio!!

Se meu time perder é um motivo
Vou beber pra evitar desolação
Se ganhar para a comemoração
A bebida me dar mais incentivo
E nos goles tomados me deleito
E assim eu revejo satisfeito
Cada gol e a vitória do “timão”

O sóbrio!!

Mas, amigo a bebida lhe destrói
Arrasa-lhe e até lhe desfigura
Demolindo a sua estrutura
Lentamente aos poucos lhe corrói
São por isso os apelos veementes
Da esposa dos filhos e parentes
Porque vê-lo arrasar-se isso lhes dói

O ébrio!!

Eu concordo com a sua insistência
Mas escute meu caro companheiro
Se não bebo, da fábrica ao barraqueiro
Um a um irão todos a falência
Pra o comércio não sentir esses abalos
Estou bebendo no intuito de ajudá-los
Agradeço-lhe, mas tenha paciência!!
 
Carlos Aires 24/09/2009</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>encomtrei a Blodega através da &#8220;BESTA FUBANA&#8221; aonde tenho a colina PROSEANDOI NA SONBRA DO JUAZEIRO-Carlos Aires onde já publiquei outros trabalhos cachaçais de minha autoria porém esse é o mais recente estou enviando talvêz tenha a ver com as vossas publicações. Fraterno abraço, Carlos Aires</p>
<p>O SÓBRIO E O ÉBRIO!!! </p>
<p>O sóbrio!!</p>
<p>Porque bebes assim meu grande amigo<br />
Pois caminhas pra o fim a cada dose<br />
Se não sabes, a bebida é um perigo!!<br />
Poderá contrair uma cirrose<br />
É que o álcool aos poucos lhe remete<br />
Ao caminho que leva a diabetes<br />
Alterando de vez sua glicose!!</p>
<p>O ébrio!!</p>
<p>A bebida me causa apoteose<br />
Quando bebo esqueço meus conflitos<br />
Tenho sonhos e delírios tão bonitos<br />
Com o efeito feliz dessa hipnose<br />
É por isso que bebo e em resumo<br />
Sem controle eu faço esse consumo<br />
Que me leva de vez a psicose!!</p>
<p>O sóbrio!!</p>
<p>Caro amigo a bebida lhe devora<br />
E lhe causa a terrível depressão<br />
Afetando-lhe a coordenação<br />
E a perda do senso a toda hora<br />
A família às vezes intervém<br />
E o que fazem é apenas pro seu bem<br />
Evitando que a morte o leve embora</p>
<p>O ébrio!!</p>
<p>Se meu time perder é um motivo<br />
Vou beber pra evitar desolação<br />
Se ganhar para a comemoração<br />
A bebida me dar mais incentivo<br />
E nos goles tomados me deleito<br />
E assim eu revejo satisfeito<br />
Cada gol e a vitória do “timão”</p>
<p>O sóbrio!!</p>
<p>Mas, amigo a bebida lhe destrói<br />
Arrasa-lhe e até lhe desfigura<br />
Demolindo a sua estrutura<br />
Lentamente aos poucos lhe corrói<br />
São por isso os apelos veementes<br />
Da esposa dos filhos e parentes<br />
Porque vê-lo arrasar-se isso lhes dói</p>
<p>O ébrio!!</p>
<p>Eu concordo com a sua insistência<br />
Mas escute meu caro companheiro<br />
Se não bebo, da fábrica ao barraqueiro<br />
Um a um irão todos a falência<br />
Pra o comércio não sentir esses abalos<br />
Estou bebendo no intuito de ajudá-los<br />
Agradeço-lhe, mas tenha paciência!!</p>
<p>Carlos Aires 24/09/2009</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Besta Fubana &#187; Blog Archive &#187; MOISES AIRES - SÃO PAULO-SP</title>
		<link>http://www.blodega.com/index.php/2009/09/29/poesias-de-boteco-parte-1/comment-page-1/#comment-1229</link>
		<dc:creator>Besta Fubana &#187; Blog Archive &#187; MOISES AIRES - SÃO PAULO-SP</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 15:04:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.blodega.com/?p=734#comment-1229</guid>
		<description>[...] os versos ébrios que anda ouvindo pelas mesas de bar que costuma frequentar. E lá na Blodega publicou o primeiro do que ele promete ser uma série (caso se lembre depois da [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] os versos ébrios que anda ouvindo pelas mesas de bar que costuma frequentar. E lá na Blodega publicou o primeiro do que ele promete ser uma série (caso se lembre depois da [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

