Direto da enfermaria

Ainda tentando me concentrar para produzir algum post que preste, entre uma costela trincada mal diagnosticada e uma atualização de sistema cheia de bugs. O risco maior não é me viciar em morfina ou outro remédio, e sim no diacho do Twitter. Vamos então a umas rapidinhas para tirar a poeira do balcão:
- Esse texto do blog Com Fel e Limão fez uma analogia excelente entre o crescimento urbano desenfreado e suas paranoias colaterais com as histórias de Asterix. Gostaria muito de ter este insight de associar os paulistanos (ou qualquer morador de uma grande metrópole) estressados e os romanos, “estes neuróticos”, tentando invadir aquele último reduto no meio da Gália para impor seu estilo de vida. De minha parte prefiro me esconder da urbe e continuar no papel de irredutível gaulês, assando javalis na churrasqueira do quintal sem se preocupar com algum vizinho neurótico do andar de baixo.
- E o Ahmadinejah? Já foi é tarde, com perdão do trocadilho. E já falei muito dele aqui na blodega antes. Mas bem que ele poderia aproveitar e levar o Cesare Battisti e dar uma passadinha em Honduras para resolver aquele impasse do Zelaya, com sua sutileza peculiar.
- Fernanda Young tentando salvar o erotismo da Playboy, caso da loira da Uniban, fim do mundo em 2012, apagão, o filme do Lula? Estou pouco me fodendo Nada a declarar. Bem, talvez sobre o fim do mundo, com sorte antes do fim do mês. E com a novela “Caminho das Índias” ganhando prêmio Emmy de melhor novela, é melhor começar a levar os sinais do apocalipse a sério…
Agora me deem licença que vou tentar convencer meu ortopedista que cerveja escura é ótima para “colar” ossos…
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