Mulheres para Pendurar
Bando de Chuponas!

Enquanto me desvencilho das obrigações de sempre, venho oportunamente reciclar mais um daqueles textos em formas de lista que saíam no velho Busilis. Dessa vez aproveitando a estreia recente de “Deixe-me Entrar”, que trás a jovem Chroe Moritz como uma jovem vampira na refilmagem do filme quase homonimo sueco, “Deixe Ela Entrar”. Enquanto não faço a resenha de ambos – muito bons, por sinal – vou aqui, em um gesto (gin)ecológico, aproveitar o pretexto pra por um monte de gostosa uma lista de outras vampiras femininas. Todas maiores de idade
Nem só de Nosferatus e Lugosis vive a irmandade vampirística, graças a Deus. Beldades do sexo feminino adorariam se pendurar no seu pescoço e chupá-lo até a morte. Elas já apareciam em poemas e contos anteriores ao livro Drácula, como a vampira Geraldine do poema Christabel ou a Camilla, do conto homônimo. Todas já bem saidinhas, com intenções safadas (ou safistas) com suas vítimas. Alguns bons exemplos de gostosonas de dentes afiados:
Como Era Gostosa Nossa Infância

Para quem chiou do excesso de homem no post sobre cinema porrada, eis aqui um festival de mulher com pouca roupa para equilibrar as coisas. E aproveitando a Semana das Crianças, o pretexto para exibir tanta carne mijada é homenagear as crianças de 30 e 40 anos e fazê-las lembrar das delícias da infância e adolescência. Pois é, nos meus tempos era mais fácil uma apresentadora de programa infantil compartilhar sua anatomia com o público mais adulto. Hoje em dia tá mais complicado. Até a coitada da Katy Perry teve cortada sua participação do “Vila Sésamo” por causa de um mero decote. Em mais um esforço de arqueologia cultural, relembramos aqui algumas beldades que alegraram a infância de muitos trintões e quarentões.
As Ninfetas da Tela
Mulher nova, bonita e carinhosa faz o homem gemer sem sentir dor. Mas muito coroa quando encontra mulher jovem bonita acaba trocando Jesus por Barrabás. E se for ainda uma adolescente cheia de amor pra dar, aí danou-se.
E no cinema e TV a velha história de macho velho e babão que perde as estribeiras por conta de um rabo de saia cheirando a leite quase sempre acaba em putaria e desastre, não necessariamente nessa ordem. E coincidência ou não, as mocinhas que viraram capetinhas de saia plissada nas telas normalmente não conseguem muita coisa na carreira de atriz, salvo honrosas exceções. Seria uma maldição ou um baita azar, mesmo?
Em uma atitude politicamente incorreta nesses tempos de caça aos pedófilos, fizemos uma pequena lista de moças de fino trato que enlouqueceram respeitáveis homens de meia-idade. Os coroas preparem as fraldas geriátricas para revermos algumas dessas ninfetas que tocaram o horror na tela do cinema e TV. E se ficar excitado, não perca tempo: chame os amigos pra ver que ainda funciona!
Os tarados leitores devem saber que a expressão “Lolita” vem do título do livro de cabeceira dos papa-anjos, escrito por Vladimir Nabokov e mostrando o aperreio de um homem de meia idade por uma adolescente fogosa que, para completar, é sua enteada. Na primeira versão para o cinema, dirigida pelo perfeccionista Stanley Kubrick, o papel-título coube a então jovem loirinha Sue Lyon, com toda doçura de seus 16 anos. Infelizmente sua vida pessoal era mais complicada que esse filme. Praticamente todos os seus cinco casamentos fracassaram, sendo o segundo com um condenado por roubo e homicídio. Seu último filme foi de 1980, e desde então se mantém afastada do público.

Em 1972 a jovem Maria contracenou com Marlon Brando no filme de Bernardo Bertolucci “O Último Tango em Paris”, aquele no qual um senhor cínico e decadente encontra uma jovem noiva casualmente em um apartamento e começa um intenso caso de putaria. A cena onde Maria Schneider serviu rosquinha amanteigada à Brando entrou para os anais (epa!) do cinema. Pena que depois ela simplesmente se recusou a tirar a roupa nas telas, e acabou não repetindo o sucesso.

Ainda com onze anos, causou furor no papel de virgem rifada em um puteiro no filme de 1978 “Pretty Baby – Menina Bonita”, de Louis Malle. E no idílico e sacana “A Lagoa Azul“, que lhe deve ter rendido um monte de homenagens onanistas no início dos anos 80. Mas como a maioria das crianças-prodígio, ela se disse explorada pela mãe e a carreira meio que não decolou mais. Porém em anos recentes ela protagonizou a série de TV “Sunderly Susan” e recorrentemente aparece em algumas séries como “That´s 70´s Show”, “Lipstick Jungle” e “Lei e Ordem”.
Flávia Monteiro

Com 16 anos, a então promissora atriz fazia novela e protagonizou o filme “A Menina do Lado” em 1988, onde ela fazia uma adolescente de férias que virava vizinha temporária de um quarentão, vivido por Reginaldo Faria, que se deixa seduzir pela jovem. Manteve uma carreira regular, ressurgindo nos anos 90 como a meiga professora Carolina da novela “Chiquititas”. Hoje já balzaquiana, posou para a Revista Playboy em maio de 2005. Atualmente atua nas novelas da Rede Record

Aos 17 anos, a inglesa fogosa estreou no cinema no filme “O Amante”, de 1992, no papel de jovem amante francesa de um oriental na Indochina, onde fazia horrores com o ator chinês Tony Leoung. Dizem as más línguas que ambos faziam hora extra fora das telas. Dois anos depois faria o filme “A Cor da Noite”, com Bruce Willis, com diversas cenas picantes, na qual o velho Bruce mostrava que era duro de matar, mesmo. Mas teve o azar de fazer a bomba “Tarzan e a Cidade de Ouro Perdida”, e depois disso não fez mais nenhum papel mais relevante. Sua aparição mais recente é no filme “O Mercador de Pedras”.

Ao lado de outra adolescente de endoidar cabeção de coroa, a Alicia Silverstone, Liv Tyler estreou sua imagem no clip do Aerosmith, “Crazy”. Por sinal, foi um caso de nepotismo, já que seu pai é o vocalista Steve Tyler. Mas ela chamou a atenção do mundo no filme de Bernardo Bertolucci, “Beleza Roubada”, onde viaja para uma aldeia na Itália em busca de alguém que a livre da virgindade, deixando os jovens e velhuscos locais doidos pra rosetar, incluindo o meio moribundo Jeremy Irons. Ao menos ela vem mantendo uma carreira regular, participando de grandes produções como “Armagedom”, “O Senhor dos Anéis” e “O Incrivel Hulk”.

A mais ilustre representante brazuca das ninfetas que seduzem os coroas, Mel Lisboa estreou em grande estilo em 2001 na adaptação para a TV do folhetim “Presença de Anita”, na qual a jovem Anita seduz o decano escritor vivido por José Mayer. Sucesso imediato de público, a atriz Mel Lisboa vem participando de peças, filmes e novelas, mas sem alcançar a repercussão de sua estréia. Foi capa da Playboy de agosto de 2004.

Toda Nudez Será Castigada?

Das coisas que misteriosamente viram hit na Internet, uma recente é um vídeo no qual a Joana Prado, conhecida nos anos 90 pelo nome artístico de Feiticeira, ao participar de um programa de auditório, chega a chorar ao pedir que o apresentador não usasse imagens dela no tempo em que encarnava a personagem criada por Luciano Huck nos tempos do programa “H”, da Band, sob a alegação de que hoje ela é evangélica e quer se desvincular desse passado. Para os que não se lembram ou não viveram esta época, a personagem Feiticeira foi um fenômeno do erotismo nos anos 90, rebolando e dançando com mais pano no rosto do que no resto do corpo, e Joana Prado saiu três vezes na Playboy, dando uma subida nas vendas da revista (entre outras coisas). Mesmo lhe rendendo fama e dinheiro,a outrora loira surfista de corpo sarado renega este tempo com todas as forças após se cornverter ao evangelho.
Joana não é a primeira modelo, atriz ou qualquer epíteto válido para belas mulheres que chegaram à fama devido a um belo corpo, exibindo-o com pouca ou nenhuma roupa que se arrepende do passado, abraçando alguma religião e renegando os tempos nos quais a rapaziada babava por suas curvas. Da época de Joana Prado, a meio sumida Carla Pérez, ex-dançarina do É o Tcham e capa da Playboy umas 3 vezes, assumiu sua religiosidade há relativo pouco tempo, e apesar de não renegar o passado, hoje se dedica ao público infantil. Há exemplos diversos, inclusive no cenário internacional. A rainha das pin ups Bettie Page se converteu ao protestantismo no fim dos anos 50 e nunca mais posou para suas famosas fotos sensuais. Mais recentemente a modelo erótica americana Erica Campbell se aposentou do ramo do onanismo após sua conversão religiosa ano passado, deixando milhões de fãs na mão, sem trocadilhos. É óbvio que as religiões cristãs não costumam ver com bons olhos o apelo ao erotismo, e quem abraça tais crenças costuma se desligar das coisas mundanas, com o subsequente arrependimento dos atos pré-conversão. Isso é normal. Há quem lide com tranquilidade com seu passado e outros se envergonham profundamente dele. Se por um lado a macharada se frustra em não mais ver algumas de suas deusas preferidas do jeito que Deus mandou ao mundo, encaremos pelo lado bom, já que muitas dessas encontraram alguma paz de espírito após algum período turbulento. Ou pensa que a vida de celebridade é mole? Se for mole, endurece rapidinho…
Deixando de papo e teorias de botequim e vamos ao que interessa: uma pequena lista de beldades que já tiraram a roupa e que hoje não querem saber do passado nem fodendo. Os frequentadores mais acabados experientes terão boas lembranças, e os mais novinhos terão uma rápida aula de história.
Monica Bellucci é cosa nostra!

Ultimamente tudo que é nerd elevou a atriz Megan Fox à categoria de musa suprema. Às vezes penso que sou o único que ainda acha que a Monica Bellucci ainda dá um senhor caldo. Eu e o Vincent Cassel , que deve passar muito bem, comprovando o velho mito de que francês sabe comer do bom e do melhor. Mesmo com seus 45 aninhos, a coroa italiana ainda põe muita menininha no chinelo, cazzo!.
Nada contra a raposinha da Megan, que é uma coisinha fofa, por sinal. Mas sinto falta de um derriére mais saliente na moça. Bem, mas até aí a Scarlett Johansson, outra musa aqui da blodega, também não tem tanto, mas compensa isso com bastante peito talento e um belo decote sorriso.
Megan ainda tem que mostrar muito serviço seja como atriz ou musa sexy. Mas bem que ela poderia encarar o cinema de entretenimento adulto, no melhor estilo “Brasileirinhas”, ou para se levar a sério encarar algum filme baseado em Nelson Rodrigues, como “Engraçadinha” ou “Bonitinha Mas Ordinária”. Garanto que muito nerd cederia um de seus testículos à ciência só para ver a Megan oferecendo o combo oral-anal-dp em cenas picantes, gritando “me fode, me fode!”. E os dois testículos entrariam no negócio se o nerd em questão participasse da cena.
Infelizmente, como praticamente tudo que é atriz americana, certamente ela tem sérias restrições à cenas mais safadas, algo que normalmente não preocupa as europeias. E a balzaquiana Monica nunca se fez de rogado em tirar sua roupa em cena ou praticar alguma safadeza diante das câmeras, como no polêmico “Irreversível”. E a última vez que a vi foi no filme “Mandando Bala”, e a cena na qual ela e Clive Owen mandam ver no rala e rola no meio de um tiroteio é digna e entrar nos anais (opa!) de cenas safadas do cinema.
Mas deixemos de papo e apreciemos mais algumas imagens dessa bela italiana com a ajuda do colega além-mar de blog E Deus Criou a Mulher. Ai Jisus!

As Garotas de Gil Elvgren
Homenagem ao Coelhinho da Playboy

(publicado originalmente em Abril de 2007)
Para comemorar a efeméride da Páscoa, homenageamos o coelhinho mais cobiçado do mundo: o coelhinho da Playboy. E suas coelhinhas, obviamente. Para isso, um breve resumo da história da revista. Breve, porque o texto é só a casquinha de chocolate, pois sabemos que o que os leitores querem ver mesmo é o recheio. Lá vai a casquinha de chocolate.
Leia Tudim... »



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