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As Maiores Produções do Cinema que Jamais Veremos

Mas muito do que às vezes fica no terreno da conjectura de muito cinéfilo chegou perto de ser realizado, ou ao menos esboçou uma reação de sair do papel para o celuloide. Mas cinema é brincadeira de gente grande, e com muita grana. E às vezes nem mesmo a vontade de algum diretor renomado é suficiente para convencer algum produtor executivo de coração gelado a abrir a mão e produzir seu projeto. Aliás, raramente algum produtor abre a mão facilmente, mesmo que o diretor com a ideia na cabeça, a câmera em uma mão e o pires na outra seja daqueles cujo nome costuma estar associado a ótimos filmes. E a quantidade de projetos que morreram no nascedouro ou que até chegaram a cumprir as etapas de pré-produção daria pra encher alguns livros. Tanto que enchem. Títulos como “The 50 Greatest Movies Never Made” ou “The Greatest Sci-Fi Movies Never Made” são feitos do mesmo material que os sonhos, sonhos que nunca conseguiram financiamento para se tornarem concretos. Vamos saber agora um pouco do que estamos perdendo e que nunca veremos.
- O campeão de projetos não realizados entre os diretores renomados é Orson Welles. Apesar de sua fama de garoto-prodígio e de estrear na direção criando um clássico, “Cidadão Kane”, entre os donos de estúdio ele ganhou fama de difícil e de nunca concluir um projeto antes de partir para outro. Isso dificultou sua vida e dezenas de projetos que tinha em mente nunca saíram do papel, ao menos não por suas mãos. Pense em algum clássico da literatura universal, e há grande chance de que Welles quis adaptá-lo ao cinema e que tenha esboçado um roteiro para tanto. Imagine “Dom Quixote”, “A ilha do Tesouro”, “Ardill 22”, “Lord Jim”, “Carmen”, toda a obra de Shakespeare e até passagens da Bíblia e teremos uma coleção de grandes filmes que nunca foram feitos, ao menos não por um gênio como Welles. Alguns desses livros se tornaram filmes, nem sempre com um resultado acima do burocrático. Ironicamente o filme de estreia de Welles seria uma adaptação de “No Coração das Trevas”, a obra-prima de Joseph Conrad. Mas a II Guerra Mundial restringiu o mercado consumidor e obrigou os estúdios a apertarem os cintos. Nesse meio tempo, Welles “cometeu” apenas “Cidadão Kane”, e seu projeto acabou nas mãos de outro diretor, décadas depois, um tal de Francis Ford Copolla, que levou a história da África para o meio da Guerra do Vietnã ( e um monte de gente à beira da loucura) e fez “Apocalipse Now”
- E falando em Copolla, é um exemplo claro da geração dos diretores dos anos 70 com liberdade criativa para emplacar projetos pessoais, mas que no fim das contas preferiu produzir e dirigir grandes produções de retorno garantido, mas não necessariamente geniais. Mas o seu grande projeto nunca concluído seria uma adaptação do livro “Pinóquio”, do italiano Carlo Collodi, que já teve inúmeras versões em live action e em desenho animado, sendo a mais famosa a de Walt Disney, de 1940. Mas o projeto de Copolla era ambicioso. E caro pra dedéu, para o espanto da Warner, que arquivou o projeto. Furioso, o cineasta tentou levar seus planos para outro estúdio, mas a coisa acabou em um grande quiproquó jurídico entre o estúdio e o diretor. Frederico Fellini também planejou filmar a história, mas morreu sem realizar este projeto, que hoje está nas mãos de Roberto Benigni e previsto para ser lançado no fim desse ano.
- Para os fãs dos grandes musicais da MGM, Vincent Minelli planejou sua aposentadoria triunfal no fim dos anos 60 na forma do filme “Say it With Music”, que reuniria um time dos sonhos do gênero: produção de Arthur Freed, canções de Irving Berlin, coreografia de Bob Fosse, elenco composto por Fred Astaire, Sophia Loren, Brigitte Bardot, Ann-Margret e Julie Andrews. Mas a Metro já não era a Metro dos grandes musicais em 1968, e o projeto foi pro saco, para tristeza dos amantes dos musicais.
- O perfeccionista Stanley Kubrick, antes de dirigir “Laranja Mecânica”, quis filmar a história de Napoleão, que poderia ter sido o grande projeto de sua vida. Durante a fase de pré-produção, Kubrick tendo reunido material sobre Napoleão suficiente para encher mais de 80 caixas. Para o elenco ele escalou atores do quilate de Peter O’Toole, Alec Guinness, Jean-Paul Belmondo, Audrey Hepburn e Jack Nicholson. Ele chegou a percorrer boa parte da Europa em busca de um cenário perfeito para sua história, que envolvia nada menos do que dezenas de milhares de extras para as cenas de batalha. Imaginem uma panorâmica mostrando um campo de batalha com uns 70 mil soldados e uns outros milhares de cavalos. Imaginou? Os produtores também, e imaginaram logo em seguida o pesadelo logístico e a fortuna necessários para realizar o sonho de Kubrick. E mesmo o doido do ditador romeno de então, Nicolai Ceaucescu, prometendo mobilizar o exército para viabilizar a cena só para que o filme fosse feito em seu país, convenceu alguém a assinar os cheques. Muito pelo contrário, só outro doido pra topar esta ideia. Como sabemos, o filme jamais foi feito, mas quem quiser ter uma ideia de como poderia ter sido basta desembolsar uns 500 euros e adquirir uma edição da Taschen que reúne o material que Kubrick pesquisou e juntou para escrever e dirigir o filme. E hoje, assistindo a produções como “O Senhor dos Anéis”, constatamos que a tecnologia atual prescinde de tantos extras para compor a cena imaginada por Kubrick. Infelizmente ele cometeu a indelicadeza de morrer antes da cibernética acompanhar sua imaginação, e fomos privados de mais um filme grandioso.
- Mas senso de oportunidade é algo que faltou a muitos projetos, sendo talvez o mais inadequado, digamos assim, a ideia de se adaptar para as telas o livro de Adolph Hitler, “Mein Kampf”. Em 1941! Alfred Hitchcok seria o diretor, isso se não fosse o detalhe de que o próprio Departamento de Estado Americano não ter se agradado muito do projeto, mesmo com o argumento que o mentor desta (David Selznick) era judeu e que o filme seria anti-nazista.
- Claro que tinha coisa que ninguém poderia levar a sério. Billy Wilder, um dos grandes diretores da “velha Hollywood”, vez por outra esboçava algum argumento maluco para o roteirista que estivesse trabalhando com ele no momento, mas este normalmente tinha o bom-senso (ou não, vai saber) de ignorar a ideia. Um argumento folclórico de Wilder envolvia a criação de uma fórmula para a arma definitiva, e seu inventor a tatuava no próprio pênis. Como a fórmula só podia ser lida com o pênis ereto, a CIA treinava um agente para se fingir de bicha e conseguir a fórmula. Até que seria um filme interessante, principalmente se soubermos que Wilder tinha em mente para os papéis do cientista e agente os atores Wood Allen e Charles Bronson. Mas Wilder teve planos mais viáveis que deram com os burros n’água, infelizmente. Seu projeto de “Um Dia na ONU” traria do limbo os irmãos Marx que ainda estivessem por perto: Grouxo, Harpo e Chico. Mas em 1960 manter um comediante veterano vivo não era fácil, e aí o projeto degringolou quando Chico bateu as botas, logo após um enfarte de Harpo.
- Nos anos 90 a Warner quis ressucitar a franquia do Super-Homem no cinema, e contrataram Kevin Smith, um assumido fanboy e nerd, para escrever um roteiro. A história que Smith escreveu era o sonho de todo fã de quadrinhos, pois procurava ser fiel à história e ao personagem. Ele escolheu especificamente os arcos envolvendo a morte e o retorno do personagem, um episódio bem comentado pela mídia na época. Se o roteiro de Kevin Smith fosse seguido, certamente teríamos o melhor filme sobre o personagem, com forte potencial para superar o filme de Richard Donner, de 1977. O filme dos sonhos dos nerds, em uma época árida de boas adaptações de personagens de quadrinhos. Mas o sonho virou pesadelo e o caldo desandou quando Tim Burton entrou no projeto e quis impor sua visão particular, como mudar os poderes do personagem (que não voaria e teria poderes elétricos) e a história como um todo. O produtor John Peters também interferiu na história, principalmente para tentar incluir elementos de merchandising na história. Graças a Deus, desta vez a Warner teve o bom senso de arquivar essa mixórdia.
- Pra não dizerem que não falei do Brasil, o mais notório caso de filme não concluído é a adaptação da biografia do jornalista paraibano Assis Chateaubriant escrita por Fernando Morais, iniciada em 1995. Só que aqui o problema não foi falta de grana, e sim excesso, ao menos na visão do Ministério da Cultura. À frente do projeto, o estreante na direção Guilherme Fontes captou cerca de 36 milhões em recursos públicos, mas não concluiu o filme dentro de um período razoável, e nos últimos anos se viu envolvido em processos que o obrigavam a devolver os recursos e até o condenaram em um processo por sonegação fiscal. Mas nesse caso ainda há uma chance de um dia esse filme dar às caras. Se vai prestar, aí já são outros quinhentos. Quinhentos mil reais, diga-se de passagem.
Natal bem Tropical

Repertório pra fazer o espírito de Natal entrar em você
Músicas de Natal, ao menos aqui no Brasil, parecem ser audíveis apenas nesse período do ano, soando totalmente deslocadas em qualquer outra época. Antes mesmo da chegada do ano-novo, enquanto ainda se curte a ressaca do Natal, o repertório natalino já se torna anacrônico e, como um pobre empregado contratado temporariamente pelos Shoppings, é educadamente defenestrado. E aí só reaparecem no Natal do ano seguinte, tão tradicionais quanto os pratos da ceia natalina.
Ao contrário daqui, lá nos States músicas de Natal são menos descartáveis, e é comum cantores dedicarem discos aos temas natalinos. Sendo um tradicional feriado americano por excelência, é mais do que natural que na terra do Natal branco e do Papai Noel da Coca-Cola as músicas natalinas sejam mais do que uma instituição. Aliás, grande parte das canções de Natal que embalam o imaginário popular é de origem americana, como “White Christmas“, “Count Your Blessins Instead of Sheep”, ambas de Irving Berlin, “Christmas Song”, de Mel Tormé, “Silent Night”, de Franz Gruber ou “Let it Snow”, de Jule Styne, muitas delas com versões em português.
“White Christmas”, composta por Irving Berlin e gravada por Bill Crosby, é um verdadeiro fenômeno, passando vinte anos nas parada da Billboard, entre 1942 e 1962, deu título a um filme do diretor Michael Curtiz de 1954, é o segundo single mais vendido do mundo e vendeu mais de 100 milhões de cópias no decorrer dessas décadas, das quais 50 milhões são da versão original, o que rendeu royalties ao autor até o fim de sua vida (Berlin morreu em 1989, com mais de 100 anos).
E respeitáveis cantores, principalmente de Jazz, dedicam álbuns inteiros as cantigas de fim de ano, como Frank Sinatra, Ella Fitzgerald ou Chet Baker . Dean Martin, entre suas doses habituais de uísque, foi uma das vozes mais associadas à estas canções em décadas passadas. E o resultado normalmente não faz feio, sendo excelentes peças do cancioneiro popular americano, com sofisticados arranjos e interpretações por vezes pungentes, mesmo quando ouvidas no meio do ano. E seguindo a tradição, artistas contemporâneos como Kenny G e, mais recentemente, Diana Krall dedicaram alguns ao tema. Esse ano, o trompetista que quer salvar o Jazz, Winton Marsalis, lançou seu “Christmas Jazz Jam”, recriando alguns desses clássicos de feriado com sua característica leitura sofisticada.
Fora do Jazz, praticamente todo gênero de música tem sua contribuição para as músicas natalinas com suas versões. Blues, Rock, Pop, Reggae, Bolero, todos se incorporam do espírito natalino, desde o mito Elvis Presley e seu “Christmas Album”, passando pelo veterano B.B.King, os três tenores,o latino Luis Miguel, o tenor Andrea Bocelli, e até a banda Twisted Sisters. Uma música de natal moderna que virou clássica foi “Happy Xmas” de John Lennon”. Esse ano o veterano Bob Dylan gravou “Christmas In The Heart”, acabado de sair do forno.
Cantando o Natal em bom português
Como a nossa tradição natalina é praticamente uma importação literal dos costumes americanos, no Brasil tentou meio que se copiar também essa tradição musical, mas nunca estabelecemos uma tão forte quanto a americana. A primeira canção natalina que me lembro de ouvir em disco é uma versão em português de “White Christmas” na voz de Nelson Gonçalves, resgatada diretamente dos velhos LP´s mono de meus pais. Mas é difícil engolir pinheiros brancos de neve como torres de uma catedral sob uma Lua tropical, uma visão quase tão artificial quanto as ornamentações dos Shoppings. E morando em um lugar que faz calor de derreter catedrais, quiçá pinheiros brancos de neve, a visão de um Natal branco sempre foi tão alienígena quanto o desenho dos Jetsons.
Mas mesmo entre os trópicos de Câncer e Capricórnio, nas priscas eras até que havia uma certa tradição musical natalina aqui na Terra Brasilis. Um dos cantores veteranos que certamente mais gravou canções de Natal foi Carlos Galhardo. Seu primeiro grande sucesso natalino foi a música “Boas Festas”, de Assis Valente, que pensava ser todo mundo filho de Papai Noel. Esse clássico foi lançado em 1933 e regravado diversas vezes, inclusive pelo próprio Galhardo, até os dias de hoje. Galhardo ainda emprestaria sua voz para “Papai Noel” em 1935, “Sonho de Natal” em 1942, “Feliz Natal” em 1950, “Natal das Crianças” e “O Velhinho” em 1957 e “Não Mudou o Natal”, em 1967. Algumas dessas músicas são relembradas e regravadas até os dias atuais, fazendo parte de nosso cancioneiro natalino.
A gravação de “Boas Festas” em 1933 fez cantores e gravadoras apostarem nesse gênero, como Francisco Alves, Orlando Silva e Elizeth Cardoso, mas sem alcançar o sucesso obtido por Carlos Galhardo. Nas décadas que se seguiram vez por outra algum artista lançava uma música ou compacto. Até artistas da Jovem Guarda, como os Golden Boys, Lafayette e Celly Campelo, gravaram músicas natalinas. Mas o sucesso que persistiu por décadas foi um disco instrumental lançado no início dos anos 60. Desde então o disco “A Harpa e a Cristandade“, de Luis Bordon, ressurge nos finais de ano, servindo de trilha sonora para a correria nas lojas e gerando inúmeros seguidores que gravam discos instrumentais no mesmo estilo. Forçando a memória, os colegas que visitam essa bodega devem lembrar dos temas instrumentais juntamente com o stress das compras de última hora com a sua mãe.
Cantores e gravadoras praticamente deixaram de gravar e lançar temas de Natal por muitos anos. Antigamente o artista poderia lançar um compacto simples ou duplo de vinil, com no máximo quatro músicas. Mas na era do CD ou se enfiava a música natalina no meio de um CD ou se fazia um álbum inteiro com o tema. E como é uma música sazonal, um trabalho desses só vende no fim do ano, encalhando bonito nos demais meses. Não obstante, há uma grande oferta de CD´s gravados com temas natalinos e sacros, normalmente por corais infantis ou instrumentistas pouco conhecidos.
Mesmo com essas limitações, esse gênero meio que ressurgiu nas prateleiras de CD nos últimos anos pelas mãos de artistas mais conhecidos. Quem enveredou nessa seara natalina foi a cantora Simone, que gravou nos anos 90 o CD “Simone – 25 de dezembro“, que contém a versão “Então é Natal” para a original de John Lennon, como também versões para antigas gravações “Natal Branco”, “Bate o Sino”, “Noite Feliz”, “Natal das Crianças” e “Boas Festas”, essa em versão bem baticum. E desde seu lançamento que ressurge todos os anos com a proximidade das festas de Natal, para desespero dos pobres vendedores que, além de suar em bicas e trabalhar como jumentos, precisam aturar essa trilha sonora ad nauseaum pelo mês todo. Para eles o disco da Simone deve ser o som-ambiente do inferno. Só que ela já se tornou parte do folclore natalino brazuca. Deve ser por isso que o blog “Ora Piulas” está promovendo a campanha Natal sem Simone.
Após o sucesso de fim de ano da Simone, outros famosos lançaram seus discos de Natal. Eis um apanhado de alguns Cd´s que você pode encontrar pelas prateleiras das lojas:
- Em 2004 foi lançado “Samba de Natal“, reunindo dos pagodeiros do Negritude Jr, Exaltasamba, Artpopular e Só Preto sem Preconceito cantando temas natalinos no ritmo mais que brasileiro. Nesse mesmo estilo a finada gravadora Velas lançara em 2000 o álbum “Um Samba de Natal”, reunindo sambistas tradicionais como Zeca Pagodinho, João Nogueira, Almir Guineto e o grupo Fundo de Quintal.
- Em 2005, o fenômeno musical daquele ano, Caio Mesquita, cujo estilo de tocar saxofone é mais do que açucarado o bastante para tocar músicas natalinas, lança um CD instrumental exclusivo para as festas de Noel, Caio Mesquita – Natal:
- O instrumentista Valmar Amorim parece ser o herdeiro de Luis Bordon, só que substituindo as dezenas de cordas da harpa pelas quatro cordas do cavaquinho. Seus temas instrumentais natalinos em ritmo de samba e choro vem disputando espaço na trilha sonora das lojas com o longevo Bordon. Ele já lançou dois discos: “Natal com Samba” e “Samba de Papai Noel”. Há outros CD´s instrumentais nessa linha, procurando acrescentar tempero brasileiro aos temas natalinos, como o “Natal Feliz – Natal de Cavaquinho” e o “Natal Brasileiro” de Waldir Silva.
- Em 2006 até o decano conjunto Roupa Nova investiu no filão, gravando o disco “Roupa Nova – Natal Todo Dia“. Outro veterano que incorporou o espírito natalino musical foi Ivan Lins com “Um Novo Tempo – CD de natal”.
No Natal do ano passado, a Biscoito Fino, gravadora conhecida por produzir música brasileira de excelente qualidade, lançou “Natal Bem Brasileiro“, reunindo um elenco de cantores brasileiros interessantes: Maria Betânia, Jane Duboc, Zezé Mota, Maria Alcina, Wanderléia, Dominguinhos, Marcos Sacramento, Olivia Hime, Miúcha, Célia, Leila Pinheiro, Francis Hime, Toquinho e Vinícius (que declama seu “Poema de Natal” ao som do violão de Toquinho).
Agora você está apto a escolher a sua música de Natal. Divirtam-se com o Chester, a Sidra e as piadas prontas sobre peru e entrada de anos.
P.S – Apesar de tio Xiko me imputar mais idade do que tenho, fazendo alegações suspeitas de que eu teria servido vinho na Santa Ceia, não sou tão velho a ponto de me lembrar das músicas de Carlos Galhardo. Por isso agradeço ao site Brasileirinho pelas informações “arqueológicas” obtidas lá.


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